terça-feira, 12 de julho de 2011

Serenata de Amor renova mensagens para os apaixonados

Novas figurinhas incrementam a arte da conquista no mundo real e virtual.


O Serenata de Amor acaba de compor novas frases para as figurinhas que acompanham um dos itens mais clássicos do portfólio da Chocolates Garoto. Desde 1949, o bombom ajuda os consumidores a demonstrarem seu carinho. 

Outra novidade está no site da marca (www.serenatadeamor.com.br), no qual os apaixonados poderão usufruir de uma seção especial para enviar frases à pessoa amada e conferir dicas de conquista. Um quiz para traçar o perfil do visitante que resultará em uma mensagem personalizada também estará disponível para dar todo o clima de romance ao portal. 

Garoto: tradição brasileira em chocolates- A Chocolates Garoto, localizada em Vila Velha (ES), é a maior fábrica de chocolates da América Latina e conta com uma linha de mais de 100 produtos, comercializados no mercado interno e exportados para mais de 50 países. Entre os produtos destacam-se os ovos de Páscoa, bombons, tabletes e coberturas de chocolate para uso culinário. A Chocolates Garoto foi fundada no Brasil em 1929 pelo imigrante alemão Henrique Meyerfreund.


Corredor mais idoso do Espírito Santo participa da Dez Milhas Garoto

José Gomes Fraga, de 86 anos, participará de sua 20ª Dez Milhas Garoto
Foto: Emilio Pedrosa

José Gomes Fraga, de 86 anos, participará de sua 20ª Dez Milhas Garoto

A 22ª edição da corrida Dez Milhas Garoto, que será realizada no dia sete de agosto, com largada na Praia de Camburi, em Vitória (ES), e chegada em frente à Fábrica de Chocolates Garoto, em Vila Velha (ES). Os atletas percorrerão um trajeto de 16 quilômetros (dez milhas).
A competição terá presença de um corredor veterano, o senhor José Gomes Fraga, que participa da prova desde as primeiras edições. José já está intensificando seus treinos para estar preparado no dia da disputa. “Para cruzar a linha de chegada é necessário muito esforço, disposição e até disciplina para vencer o cansaço”, fala ele.
José Gomes nasceu em abril de 1925 e é o inscrito mais idoso da corrida, com 86 anos. Ele é considerado o segundo corredor de rua mais antigo e o cidadão mais idoso em atividade no Espírito Santo. Esta será sua 20ª participação na Dez Milhas Garoto.
O corredor, que começou a correr na competição com 64 anos, cruzou a linha de chegada da corrida de 2010 em segundo lugar da sua categoria, mas afirma que foi uma exceção, já que sempre finaliza a prova em primeiro lugar da categoria.
De acordo com o corredor, o segredo do sucesso das corridas vem desde seu nascimento. Ele conta que já nasceu correndo, por ter sido um bebê prematuro e ter nascido com apenas seis meses de gestação. José tem como meta conquistar mais uma vez o primeiro lugar da sua categoria, que é definida por faixa etária, na Dez Milhas Garoto.

Estado vai repassar conta de hospitais a planos de saúde

Unidades gerenciadas por OSs vão cobrar diretamente dos convênios.
Medida entra em vigor em 30 dias; governo de SP diz que pacientes de planos particulares não serão privilegiados.
Hospitais estaduais paulistas gerenciados por OSs (Organizações Sociais) passarão a cobrar diretamente dos planos de saúde o atendimento feito a seus conveniados.
Esses hospitais, porém, não poderão reservar leitos ou dar tratamento diferenciado a pacientes particulares.
É o que diz o decreto do governador Geraldo Alckmin (PSDB), publicado no "Diário Oficial" do Estado na última quinta, que regulamenta lei que permite a oferta de até 25% dos atendimentos a doentes particulares.
O governo deve publicar ainda uma resolução em que identificará as unidades de saúde que poderão firmar contratos com os convênios. A lei passa a valer em 30 dias.
Levantamento da Secretaria Estadual da Saúde aponta que um em cada cinco pacientes atendidos em hospitais estaduais na capital paulista têm algum tipo de convênio ou plano de saúde. Mas quem paga essa conta, avaliada em R$ 468 milhões anuais, é o SUS.
Um exemplo é o Instituto do Câncer do Estado Octavio Frias de Oliveira. Hoje, 18% dos pacientes atendidos no hospital têm planos de saúde, que nada pagam.
Há uma legislação federal que já permite o ressarcimento ao SUS. Mas o governo estadual alega que a lei entrou em vigor antes de o modelo de OSs ser implantado, o que inviabiliza a sua aplicação nessas unidades.
A advogada Lenir Santos, do Instituto de Direito Sanitário Aplicado, contesta: "Hospitais administrados pelas OSs continuam sendo SUS. A lei federal poderia estar sendo usada em São Paulo para esse ressarcimento."
Segundo ela, os planos de saúde poderão contestar na Justiça a constitucionalidade da nova lei porque só uma legislação federal pode agir sobre os seguros-saúde.
O secretário estadual da Saúde, Giovanni Cerri, não acredita nessa hipótese. "Pelo contrário, alguns planos até já nos procuraram para estabelecer contratos e convênios." Segundo ele, a ideia é cobrar dos planos de saúde após o atendimento.
"Temos um grande número de pessoas que pagam o plano de saúde e, em várias situações, acabam sendo atendidas pelo SUS. O que nós queremos é que esses planos paguem pelo atendimento. É uma questão de justiça social."
Procurada, a FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) informou em nota que não cabe a ela avaliar "atos de competência dos poderes públicos, sejam eles de âmbito federal, estadual ou municipal, até a sua plena efetividade".

ACESSO
Para especialistas das áreas de saúde, a lei não especifica como será o acesso de pacientes privados aos hospitais públicos e abrirá espaço para que o atendimento aos particulares seja priorizado (leia mais abaixo).
O secretário garante que não haverá distinção. "O procedimento será o mesmo para todos os pacientes. Isso vale também para os casos de urgências, quando um paciente sofre algum acidente, por exemplo, e tem de ir direto para o pronto-socorro."
Entenda o caso:

Editoria de Arte/Folhapress



Alcoolismo é o principal problema de saúde pública no Brasil

Estudo revela que o alcoolismo já é a terceira maior doença no país

Levantamento da OMS aponta o consumo excessivo de álcool como responsável por mais de 10% dos problemas de saúde pública no Brasil.

Estudo realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), divulgado apenas nos meios científicos, revela que o alcoolismo já é a terceira maior doença no país. Só perde para os males do coração e os tumores. Os resultados do levantamento, feito no ano 2000, indicam também que 5,6% de todas as mortes de homens ocorridas no planeta e 0,6% de mulheres são atribuídas ao consumo de álcool. Em 1990, a estimativa de mortalidade dos dois sexos em conseqüência da bebida era de 1,5%, o que indica uma preocupante tendência de ascensão.

Analisando o estudo da OMS, os psiquiatras Ronaldo Laranjeira e Nino Meloni, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), chegaram à conclusão de que o alcoolismo é o principal problema de saúde pública no Brasil. Segundo o levantamento, mais de 10% de toda a mortalidade ocorrida no país é conseqüência do consumo excessivo de álcool.

Os médicos observam ainda no estudo da OMS que o volume médio de consumo individual é importante variável relacionada aos danos provocados pelo alcoolismo.

Consumo
Segundo Meloni, o Brasil é o quarto maior produtor de bebidas destiladas do mundo — o primeiro é a China, com 725 milhões de litros de baijiu produzidos por ano, seguida da Rússia, com 350 milhões de litros/ano de vodka. Dos cerca de 200 milhões de cachaça comercializadas por ano no Brasil, 195 milhões de litros vão para o mercado interno.

“Cruzados com dados da população brasileira, cuja densidade é inferior à asiática, os números, por si só, já são fortes sinais de alerta sobre o potencial de riscos”, diz. Com base no estudo da OMS, Meloni afirma que os problemas decorrentes do consumo de bebidas alcoólicas crescem na medida em que as nações se desenvolvem.

Segundo o psiquiatra, nos países ricos, embora a acessibilidade ao álcool seja grande, o consumo é moderado em razão de diversas formas de controle social, como normas de utilização da bebida, política de preços, controle promocional, uso educacional dos meios de comunicação, entre outros.

Já nos países de economia intermediária, como o Brasil, segundo Meloni, além de não existir controle para o consumo do álcool, há um conjunto de fatores que facilitam o acesso à bebida, principalmente entre os jovens. Um deles é o preço baixo, já que com R$ 0,50 é possível comprar, em qualquer bar, uma dose de cachaça.

Menores de 18 anos
Embora a venda de bebida alcoólica seja proibida para menores de 18 anos, estudo recente realizado pela Unifesp na cidade de Paulínia, na região de Campinas, revela que não é isso o que ocorre. Segundo o levantamento, 90,4% dos donos de estabelecimentos admitiram nunca ter checado a idade do adolescente antes de vender bebidas alcoólicas e outros 80% nunca pediram documento.

O médico Marcos Romano, um dos pesquisadores da Unifesp, afirma que outro dado surpreendente do levantamento é que 76% dos estabelecimentos não impõem nenhum tipo de controle à quantidade de bebida que um cliente pode consumir. Além disso, 52% dos comerciantes acham que não é responsabilidade sua se um consumidor se embriaga.

O estudo mostra ainda que a maioria dos bares tem clientela habitual e uma parcela significativa dela é formada por pessoas desempregadas. Outro dado assustador, na opinião de Romano, é que os estabelecimentos informaram vender mais de 15 mil garrafas por mês. Por conta dessa fiel clientela e do consumo elevado, os bares estão em expansão na cidade. O estudo revela que um terço dos estabelecimentos funciona há no máximo um ano.

Política pública
O estrago provocado pelo alcoolismo tem alto custo social no mundo todo. Especialistas afirmam que, no Brasil, as políticas públicas para controle do consumo da bebida não produzem o efeito desejado porque falta mobilização da sociedade.

“O Governo brasileiro não é um representante confiável para discutir a política de saúde pública para o álcool”, diz o médico Ronaldo Laranjeira. “Tanto que, em Genebra, durante reunião da OMS para tratar do assunto, em janeiro, o Brasil se opôs a adotar a medida mais efetiva para controlar o consumo da bebida, que é a elevação do preço”, comenta o especialista. “Essa atitude me deixa envergonhado, porque mostra que o interesse da indústria do álcool vem sendo contemplado”, observa Laranjeira.

Cuidados que devem ser tomados durante o processamento de alimentos

 Alimentos contaminados no processamento.
Os resíduos e contaminantes químicos orgânicos e inorgânicos capazes de apresentar riscos para a saúde humana estiveram em destaque no 10º Simpósio Internacional Abrapa de Inocuidade de Alimentos, realizado nos dias 20 e 21 de junho, em São Paulo, pela Associação Brasileira para a Proteção dos Alimentos (Abrapa).

O evento, realizado no Conselho Regional de Química, teve como objetivo ressaltar os aspectos atuais da segurança química e microbiológica da alimentação humana em todo o mundo, com destaque para o Brasil. Para isso, representantes de órgãos como o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura apresentaram resultados de estudos e de iniciativas na área.

Adriana Pavesi Arisseto, pesquisadora do Ital, ressaltou que, ao mesmo tempo em que certos procedimentos são adotados para melhorar a qualidade e a variedade de alimentos a serem consumidos pelos brasileiros, eles também podem oferecer riscos para a saúde humana, dependendo de como são empregados.

Uma dessas práticas é o processamento de alimentos. “Certamente é um processo sem o qual não conseguimos viver, mas traz também desvantagens”, disse.

Durante sua exposição, Arisseto assinalou aspectos positivos do processamento, entre os quais a segurança alimentar, a eliminação de bactérias patogênicas, toxinas e enzimas, o aumento na quantidade de nutrientes e a oferta de alimentos mais convenientes e diversificados.

“No entanto, certos processos podem gerar para os produtos finais certas desvantagens. Um deles é a perda de nutrientes, como as vitaminas, e de qualidade sensorial, além da eventual formação de substâncias tóxicas”, disse.

A pesquisadora explicou que tais substâncias tóxicas não estão presentes na matéria-prima. Sua formação depende do processo aplicado no alimento ou, então, das reações químicas ocorridas entre os próprios compostos – que podem estar presentes nos alimentos ou são adicionados no processamento.

“Esses compostos são preocupantes por duas razões. A primeira se deve ao fato de que a sua presença é impossível de ser evitada. E a segunda é o potencial tóxico que apresentam. A maioria é carcinogênica, associada a fatores tóxicos como, por exemplo, neurotoxicidade, citoxicidade, entre outros efeitos adversos”, alertou.

A maioria dessas substâncias tóxicas é formada durante o tratamento térmico do alimento. Um exemplo está no churrasco: hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPA) – formados quando a gordura da carne respinga no carvão por conta do calor – juntam-se à fumaça e aderem à carne. Estudos indicaram que a ingestão elevada de HPAs pode representar riscos à saúde, como o desenvolvimento de câncer.

Entre os produtos críticos citados por Arisseto, a maioria envolve óleos – por conta da fritura –, cloreto de sódio e gordura saturada. Atualmente, Arisseto faz pós-doutorado no Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) com bolsa da FAPESP, dedicando-se a estudos sobre ocorrência de furano em alimentos. O furano é uma substância contaminante que pode causar câncer e foi identificada pela primeira vez em 1968, no café.

De acordo com ela, a preocupação mundial com o tema ressurgiu a partir de um estudo da Administração Americana de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês), que revelou a presença de furano em diversos alimentos processados em embalagens fechadas, como alimentos em conserva e alimentos infantis.

“A formação do furano é um pouco complexa e ainda não está completamente elucidada. Os dados indicam que ele pode se formar a partir da reação de Maillard – uma reação química entre um aminoácido ou proteína e um carboidrato reduzido – e que os potenciais precursores são os açúcares, o ácido ascórbico e os ácidos graxos poliinsaturados”, disse a pesquisadora.

Embora sejam realizados estudos sobre os contaminantes, Arisseto ressaltou que o mecanismo exato de formação da maioria das substâncias ainda é incerto e alertou para o surgimento de outras.

“Existe hoje um esforço muito grande de se realizar estudos epidemiológicos e toxicológicos, mas é muito difícil saber quais são os verdadeiros riscos envolvidos na presença dessas substâncias nos alimentos. E já que é impossível evitar que sejam formadas, acredito que seja importante desenvolver estratégias para diminuir sua formação e, dessa forma, diminuirmos também a ingestão dessas substâncias e o risco para a saúde humana”, disse.

Fonte: Mônica Pileggi / Agência FAPESP
Postado por InovaBrasil às 7/12/2011 03:10:00 PM  

Esperança para os diabéticos é o implante de células-tronco

A cura de diabetes está se tornando uma realidade com implantes de células-tronco da medula óssea no pâncreas, como foi demonstrado em 30 pacientes internados para Dr. argentino Esteban Estrada, o tratamento promotor. Links Patrocinados - Outlet New Virtual PauteFacil.com Epson. Até 25% de desconto sobre produtos EPSON www.epson.com.co Estrada disse que seu primeiro paciente "foi transplantado há cinco anos e agora está livre da doença. Este médico argentino está na Colômbia para "supervisionar a investigação" que se desenvolve neste país, em colaboração com outras instituições na China, Itália e Estados Unidos. De acordo com a Estrada, os resultados de seu tratamento em trinta pacientes que faziam parte da evidência da pesquisa sugere que diabetes tipo II é invertida. "Agora nós podemos falar de cerca de 200 pacientes já mostrar e refletir de volta para os primeiros dados que nós jogamos esses trinta iniciais, que ultrapassa 80 por cento em melhorias notáveis", disse o especialista. Depois de selecionar os pacientes, iniciar o tratamento, gratuitamente, com uma sessão sobre "A oxigenoterapia hiperbárica", uma prática "sem precedentes no mundo" que inventou a Estrada mesma. A terapia envolve a colocação do paciente em uma câmara a vácuo com oxigênio em alta pressão atmosférica antes da extração, que permite a coleta de "vinte vezes" o número de células-tronco. Autólogo de células-tronco (do próprio paciente) são removidos da crista ilíaca no quadril, e seus particularmente digno de nota que não há rejeição, evitando o uso de "drogas imunossupressoras" e "a possibilidade de transmissão da doença é zero", disse o médico. Desenho as células são separadas e processadas "por métodos físicos o mais rápido possível", e reimplantado no paciente através das artérias ", com um pequeno furo para a colocação de um cateter que viaja o (...) abdômen para encontrar exatamente o pâncreas ", explicou o médico. Após o implante autólogo, o paciente continua com oxigenação hiperbárica para estimular o crescimento de células, de acordo com Estrada, que disse que em cinco anos é esperado o "desenvolvimento total". O pesquisador argumenta que o protocolo é "minimamente invasiva" e durante o transplante o paciente está acordado e os efeitos da anestesia local. "Com a implantação de células melhoraram muito a função do pâncreas, que têm reduzido a medicação e (o paciente) terá uma melhor qualidade de vida, que é fundamental", disse o médico. Embora reconhecendo a eficácia da insulina e outros medicamentos para a diabetes, observou-se que estes tratamentos "não conseguiram parar as complicações da doença." Estrada disse que a capacidade regenerativa destas células embrionárias, até agora considerado o exemplar melhor celular as informações dos diferentes órgãos, e isso é apoiada pelo fato de que seus pacientes "foram capazes de parar de tomar drogas com células-tronco autólogas." No debate éticas levantadas pela manipulação de células embrionárias, Argentina considerou que "ambas as células-tronco autólogas e células-tronco embrionárias podem ser usadas eo lado ético não é em qualquer caso." Ele também lamentou que seu país tem "um pouco mais regulamentos e mais burocracia" que os leva a ser "um pouco para trás" na investigação em células estaminais, que é por isso que ele decidiu levar seu projeto para além das suas fronteiras. De acordo com o médico argentino, os países que investem mais em investigação deste tipo são China, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Alemanha, México, Austrália e Japão. No caso de Espanha, saudou a "mudança" de Bernat Soria nomeação como Ministro da Saúde em relação às linhas de células aumentado para pesquisa. Finalmente, ele lembrou que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) - 2015 a população de diabéticos chegará a 450 milhões. Ele também enfatizou que transplantes de células-tronco autólogas podem ser aplicados a pacientes com Parkinson ou a doença de Alzheimer, com garantias de sucesso entre 80 e 85 por cento.

Por: Erasmo Antonio Borges

sábado, 9 de julho de 2011

Reajuste Para Planos de Saúde


A  Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS) anunciou ontem(08/07/2011) um reajuste máximo de 7,69% para os planos individuais e familiares com contratos assinados a partir de 1999. A medida atinge 8 milhões de consumidores no país e cerca de 60 mil usuários na Bahia. Em razão da Agência ter levado dois meses para divulgar o percentual de aumento, os consumidores que fizeram aniversário de contrato nos meses de maio, junho ou julho terão que pagar o valor retroativo.

Por exemplo, se o reajuste do consumidor estava previsto para maio, ele deixou de pagar o percentual por três meses. Caso tenha uma mensalidade de R$ 100, em agosto ele deve pagar R$ 23,07 a mais, correspondente ao retroativo. Porém, Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor - Proteste, ressalta que a ANS permite que o consumidor divida esse saldo por três meses.

“As empresas devem contactar cada consumidor para verificar qual a decisão deles sobre a divisão do retroativo”, acrescenta Maria Inês. A coordenadora destaca que o aumento foi superior à inflação e que provocará um impacto no bolso. “O problema é que não é apenas este aumento durante o ano”.
O índice divulgado pela ANS é o máximo permitido, podendo as empresas aplicarem percentuais menores ou mesmo não praticarem o aumento.

A coordenadora também salienta que as pessoas, ao receberem seus boletos, observem se o percentual e o valor absoluto do aumento estão devidamente identificados. Outra dica é permanecer atento ao valor retroativo que está sendo cobrado e quando ele para de vir na cobrança.

Nota
Em resposta através de nota ao CORREIO, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), entidade que congrega 15 grupos de operadoras de planos de saúde, de um total de 1.417 operadoras registradas na ANS, esclareceu que, por ser uma média de mercado, o índice máximo de reajuste das mensalidades de planos de saúde individuais e familiares  pode ser adequado para determinados conjuntos de planos de operadoras e insuficiente para outros. “A FenaSaúde continuará contribuindo para o debate sobre o melhor modelo de reajuste das mensalidades nos fóruns criados pela ANS para esta finalidade”.

Segundo Maria Inês, a Proteste também está contribuindo com este debate. A entidade acredita que deve ser pensada uma nova fórmula de reajuste, que atenda melhor a diversidade do mercado.
Impacto
A ANS ressalta que o impacto para o consumidor pode ser maior, caso o reajuste anual coincida com o reajuste por faixa etária. “O reajuste por faixa etária aplica-se na idade inicial de cada faixa e pode ocorrer tanto pela mudança de idade do titular como dos dependentes do plano”, esclarece a Agência Nacional de Saúde Complementar.

Luciana Rebouças | Redação CORREIO

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