quinta-feira, 10 de maio de 2012

Entenda porque o café sempre cai da sua xícara

Pesquisa revela que caminhar sem derrubar o café é praticamente impossível 
Editora Globo
Não adianta chorar o café derramado: a culpa é da física //Crédito ShutterStock
Derramar o café da xícara é tão comum que parece uma condição inerente ao ser humano. E talvez seja mesmo. Em uma pesquisa de tema bastante peculiar, cientistas da Universidade da Califórnia descobriram que, ao caminhar com uma xícara de café na mão, estamos indo contra a natureza de nosso corpo e, sim, derramar o café é praticamente inevitável.
Vários voluntários foram colocados em uma sala onde deveriam caminhar em diferentes velocidades com uma xícara na mão, tentando seguir uma linha reta traçada no chão. Enquanto uma câmera filmava, um pequeno sensor registrava o exato momento em que o café escapulia da xícara.
Com isso, os pesquisadores descobriram uma intrincada relação entre a biomecânica do movimento das nossas pernas, o design das xícaras e a baixa viscosidade do café. A dinâmica entre esses três elementos dá o veredicto: se você andar, o café vai cair. Em linhas gerais, isso ocorre porque as oscilações do líquido dentro da xícara possuem uma frequência que corresponde à movimentação das nossas pernas. À menor variação nos nossos passos, o café será derramado.

A pesquisa apresenta algumas soluções possíveis para acabar com esse incômodo fenômeno: colocar menos café na xícara; utilizar um recipiente mais estreito e longilíneo que as xícaras convencionais ou, por fim, começar andando devagar e só atingir a velocidade natural da caminhada depois de compreender como o ritmo do líquido está se comportando. As dicas não são lá muito úteis, mas o fato é que a pesquisa é fortíssima candidata ao prêmio Ig Nobel, iniciativa que elege os trabalhos científicos mais inusitados do planeta.

As 5 piores trapalhadas do cérebro

Ás vezes somos sabotados pelo nosso próprio cérebro. Conheça e entenda os principais bugs que acontecem dentro da nossa cabeça
Editora Globo
De tanto sacanear, o "Scumbag Brain" (Cérebro Desprezível) virou até meme //Crédito: Reprodução 9gag
Nosso cérebro é um dos sistemas mais perfeitos da natureza. Mesmo assim, como tudo nessa vida, ele também está sujeito à panes. Algumas situações simplesmente o impedem de funcionar como o esperado. Mas não é culpa dele. Confira essa lista de pequenas sabotagens cerebrais - e a explicação científica por trás delas.
Amnésia Instântanea - Você já entrou em uma sala sem fazer a menor idéia do que você foi fazer lá? Culpa das portas. Psicólogos da Universidade de Notre Dame descobriram que, ao passar por uma porta, nossa mente separa os pensamentos da sala anterior e prepara uma espécie de folha em branco para o novo ambiente. Essa ação, chamada de “fronteira evento”, nos ajuda a organizar a linha de raciocínio conforme caminhamos por diferentes locais. Será que ajuda mesmo?
Barulhinho Ruim - Nossa vida cotidiana está cheia de barulhinhos, um mais irritante que o outro. Os aparatos tecnológicos, os meios de transporte, o alarme que te acorda pela manhã: se incomodar com um som alto e repetitivo é tarefa diária. Esses tipos de barulho são tão perturbadores, porque causam pequenas falhas cerebrais toda vez que os ouvimos. A explicação científica é que nossa espécie não evoluiu ouvindo esse tipo de ruído. Os sons presentes na natureza são resultado de uma transferência de energia que vai se dissipando aos poucos. O alarme do carro que disparou bem embaixo da sua janela, de madrugada, não. Ele não muda e nem diminui com o tempo, fazendo com que seu cérebro tente entender o que é da onde vem esse som perturbador.
Imagem e Semelhança - Difícil acreditar, mas nosso cérebro tem sérias dificuldades em compreender uma foto. Ele não lida muito bem com o fato de uma foto ser a reprodução de um objeto, e não o objeto em si. O mesmo acontece com fotos de pessoas: estudos comprovam que nós temos um aproveitamento muito maior em acertar dardos em fotos de Hitler do que em imagens de bebês sorridentes. Nossa mira melhora quando devemos destruir alguém que nos desperta ódio, mesmo que esse alguém esteja apenas impresso no papel. O mesmo estudo mostra que as pessoas tendem a suar mais que o comum quando solicitadas a despedaçar a foto de um objeto que era importante para elas durante a infância.
Vibrações do Além - Se você sente seu celular vibrando a todo o momento, mesmo quando ninguém te ligou ou enviou mensagens, você provavelmente experimentou um fenômeno chamado vibrações fantasma, apenas mais uma trapalhada do nosso querido cérebro. Assim como as outras falhas, precisamos voltar para o passado para entender o que as motiva. Centenas de milhares de anos atrás, o canto dos nossos olhos confundia pedaços curvilíneos de pau com cobras potencialmente ameaçadoras. Hoje, qualquer ronco do nosso estômago ou farfalhar de um tecido com outro provoca esse mesmo estado de alerta. Apesar de equivocada, a intenção do cérebro é boa: dar sentido ao caos sensorial que permeia nossas vidas.
Espirro Luminoso - A cada quatro pessoas, uma espirra quando olha diretamente para uma luz muito brilhante. Apesar de relativamente comum, esse fenômeno é pouco compreendido pelos cientistas. O que se sabe é que o espirro normalmente é causado quando algo “irritante” entra em nosso nariz. Outra reação conhecida é o encolhimento das nossas pupilas em um ambiente muito iluminado. A hipótese é que esses reflexos se misturam pelas complexas vias neuronais, fazendo com que a luz forte provoque ambas as reações.

As coisas mais bizarras que já caíram do céu

Pedaços de carne, lula congelada e outros objetos fazem parte dos relatos
Editora Globo
Criaturas e objetos que caem do céu intrigam cientistas
Se você pensa que é apenas água que cai do céu, está mais que enganado!
Durante toda história da humanidade relatos curiosíssimos foram registrados por pessoas que viram e até experimentaram coisas que caíram do céu. Confira algumas:

Em 1876 um pedaço de carne de quase dez centímetros caiu dos céus da cidade de Olympian Springs, em Kentucky, nos Estados Unidos. De acordo com o Louisville Commercial, "Dois cavalheiros, que provaram a carne, expressaram a opinião de que era ou de carneiro ou carne de veado." Um cientista da Sociedade Micoscópica da Grã-Bretanha, teorizou que urubus haviam se alimentado de cavalos mortos, voado sobre a cidade e depois vomitaram os fragmentos.

Em junho de 1997, um homem que pescava ao longo da costa das Ilhas Malvinas bateu e ficou inconsciente por dois dias depois que uma lula congelada caiu em sua cabeça. Como a lula chegou lá, ninguém sabe.

Em 2008 um andarilho escocês tropeçou em uma pilha enorme de geléia de uma cor clara. Depois que ele contou seu relato na rádio BBC, vários outros ouvintes ligaram contando terem visto a mesma coisa e enviaram fotos da “geléia” encontrada em diversos pontos do país. Muitos especularam que pássaros teriam comido sapos ou rãs e regurgitado os ovários tóxicos. Cientistas do Instituto de Pesquisas do Uso da Terra de Macaulay, no Reino Unido, fizeram o teste de DNA com a substância e os exames foram inconclusivos.

Uma chuva de sapos, girinos e peixes, atormentou a prefeitura de Ishikawa, no Japão, em 2009. Para cientistas a hipótese é de que o fenômeno foi causado por fortes tornados de água que acontecem sazonalmente, que teriam sugado esses animais e os arremessado em terra depois de desfeitos.

Em janeiro deste ano um homem em Dosert, Inglaterra, encontrou cerca de vinte esferas azuis translúcidas e gelatinosas com aproximadamente três centímetros, espalhados em seu quintal. Cientistas da Universidade de Bournemouth especularam que as esferas seriam ovos de criaturas marinhas. Mais tarde descobriu-se que eram feitas de poliacrilato de sódio, substância usada em jardins e fraldas para absorver água.

E se você enxergasse como uma águia?

Nossa visão é 5 vezes pior que a dela, pelo menos por enquanto 
Esses olhos intimidam e podem ir muito além do que podemos imaginar //Crédito: ShutterStock   
Você já se perguntou até onde sua visão consegue ir? Do alto de uma montanha, em uma noite escura, você enxergaria a chama de uma vela a 48 quilômetros de distância. Surpreendentemente longe, não? Mas e se seus olhos tivessem a mesma capacidade que os de uma águia? Bem, talvez você ficasse envergonhado com seus meros 48 quilômetros...
Vamos lá. O primeiro exemplo: nossos olhos ficariam 30º mais distantes do centro de nosso rosto, o que representaria nada mais nada menos que quase o dobro de campo de visão que nós já temos. De 180º, passaria para 340º: o suficiente para enxergar atrás de nossos corpos. Com isso, provavelmente ficaríamos girando nossa cabeça o tempo todo, já que perceberíamos muito mais coisas de uma só vez.
Nossas atividades diárias não seriam transformadas com a super visão. Achar a caixa de leite dentro da geladeira continuaria levando mais ou menos o mesmo tempo de sempre - o que mudaria seria a chamada visão de longe. Em linhas gerais, o olho de uma águia é de quatro a cinco vezes mais potente que o nosso. Essa característica é peculiar à animais de caça, que dependem estritamente de sua visão para conseguir o pão de cada dia.
Existem duas diferenças principais entre nossos olhos e os dá águia. Em primeiro lugar, as retinas delas possuem muito células detectoras de luz, o que as confere uma espécie de visão em HD, repleta de detalhes. A segunda característica é a profundidade da fóvea das águias. É nessa região que se forma a imagem que será transmitida ao cérebro. Enquanto a nossa fóvea tem a forma parecida com o de uma bacia, a da águia é mais profunda e convexa . Esse formato faz com que seus olhos funcionem como uma lente teleobjetiva, o mesmo tipo utilizado por fotógrafos para tirarem fotos de muito longe. Do décimo andar de um prédio, por exemplo, enxergaríamos uma formiga rastejando no chão. Em um estádio de futebol, seria possível perceber a expressão de cada jogador, mesmo no local mais alto da arquibancada.
A percepção de cores das águias também é altamente superior à nossa. Além de distinguir com muito mais clareza as diferentes nuances das cores, elas enxergam luz ultravioleta, recurso necessário para flagrar, lá do alto, o rastro de urina de pequenas presas. Apesar dessa característica em especial ser mais nojenta do que útil, pelo menos para os humanos, cientistas estão trabalhando para que nossa visão, um dia, chegue literalmente mais perto da águia.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Pesquisas contra a malária: primeira vacina deve sair entre 3 e 5 anos


Ricardo Gazzinelli (Foto: Divulgação)
Ricardo Gazzinelli, chefe do Laboratório
De Imunopatologia da Fiocruz Minas
(Foto: Divulgação)


Também há estudos com mosquitos infectados por fungos transgênicos

A malária é uma doença infecciosa aguda que, mais do que nunca, tem merecido todas as atenções. Causada por protozoários do gênero Plasmodium, que são transmitidos através da picada do mosquito Anopheles, a doença tem sido foco de diversos estudos, muitos deles tendo como pauta o combate. Nos Estados Unidos, uma pesquisa publicada no ano passado na revista “Science” com fungos modificados mostrou que é possível matar o micro-organismo causador da malária infectando mosquitos com o fungo transgênico, eliminando o parasita dentro do inseto. O processo foi de inserção de dois genes do fungo Metarhizium anisopliae, que infecta insetos: um produz um anticorpo e o outro, uma toxina obtida de escorpiões.

“É bastante inovador, porém os testes ainda são muito preliminares e não sabemos qual será a aplicação desta técnica. Por outro lado, o uso de vírus e proteínas recombinantes já são formas mais estabelecidas de vacinação e apresentam um grande potencial de funcionarem como vacinas para humanos”, comenta Ricardo Gazzinelli, doutor em Bioquímica e Imunologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e chefe do Laboratório de Imunopatologia da Fiocruz Minas (Laim/Fiocruz Minas/Fiocruz).
Dr. Ricardo Gazzinelli, bolsista de Produtividade em Pesquisa 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), estuda o papel do sistema imunológico na patogênese da infecção (ou seja, o mecanismo da doença). Além disso, trabalha no desenvolvimento de uma vacina contra a malária causada por P. vivax, uma das duas principais causas da malária. O P. falciparum predomina na África e é mais letal. O P. vivax está na América Latina e Ásia e, se não tratado, pode causar doença grave e morte. No Brasil, cerca de 80% dos casos de malária são causados pelo P. vivax
“Esta é uma vacina que utiliza proteínas recombinantes e vetores virais expressando proteínas deste parasita e está sendo testada. Além disto, consideramos que, durante a malária, ocorre uma ativação exagerada do sistema imune, que é a causa de muitos dos sintomas durante esta infecção. Com isto em mente, tentamos entender este processo, para que possamos prevenir a doença interferindo com um sistema imune”, explica Ricardo Gazzinelli.
Ainda não há previsão nem de ser provada a possibilidade de prevenção através de fungos transgênicos nem da vacina em teste na Fiocruz Minas ser lançada para a prevenção:

Laboratório vacina malária (Foto: Divulgação)
Vacina contra malária já está em fase de testes
clínicos  (Foto: Divulgação)

“Difícil fazer esta previsão. No caso da malária com P. falciparum, tem uma vacina produzida pela GlaxoSmithKline (GSK) que está sendo testada em humanos, na África, e vem apresentando resultados animadores. Se tudo der certo, talvez tenhamos uma vacina comercial para malária em um horizonte de três a cinco anos”.

Isso se houver interesse da comunidade científica mundial ou de empresas farmacêuticas, acusadas por muitos anos de negligenciar doenças como a malária. Se algo der errado, a sugestão é dar atenção aos avanços da biologia molecular. Com eles, o interesse no estudo dessas doenças deve estimular a retomada de financiamentos para as pesquisas. A avaliação é de Laura Rodrigues, professora de epidemiologia de doenças infecciosas e chefe da Faculdade de Epidemiologia e Saúde da População da London School of Hygiene and Tropical Medicine, que deu entrevista à Agência FAPESP. Para Ricardo Gazzinelli, a biologia molecular é uma área que revolucionou a pesquisa na área biomédica. Ele acredita também que o interesse econômico em vacinas vem aumentando:
“Isto é verdade também no caso da malária, porque permitiu o maior entendimento da biologia do parasita, a interação parasita/hospedeiro, assim como o desenvolvimento de métodos de controle, como por exemplo, vacinas e geração de mosquitos refratários a infecção com Plasmodium. Como a malária, entre outras, é uma doença de pobres, que não possuem recursos para adquirir medicamentos, o interesse ecônomico é pequeno. Mas esta tendência está mudando. As empresas que passam a trabalhar com estas doenças negligenciadas têm uma série de benefícios. Em segundo lugar, o poder aquisitivo dos países do terceiro mundo está aumentando e, como doenças como a malária afetam o setor produtivo e acarreta perdas econômicas grandes, acredita-se que os governos dos países afetados poderiam subsidiar as campanhas de vacinação pública contra estas doenças.”

Vitória é a segunda capital com mais diabéticos


Pessoa aplicando Victoza para diabetes - Editoria: Vida - Foto: Divulgação
Incidência da doença é maior entre mulheres (8,6%) que homens (5,3%)
A prevalência de homens que informam ter a doença continua sendo inferior a das mulheres
Dados inéditos da pesquisa Vigitel 2011 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) mostram que a tendência de diabetes está crescendo no Brasil. Em homens, o percentual subiu de 4,4%, em 2006, para 5,2%, em 2011. Apesar do aumento, a prevalência de homens que informam  ter a doença continua sendo inferior a das mulheres (6%). Os números foram divulgados, nesta quarta-feira (9), pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante o Fórum Pan-Americano de Ação contra as Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT), que ocorre em Brasília.

O levantamento, que coletou dados nas 26 capitais e no Distrito Federal, revela que 5,6% da população declaram ter a doença. O estudo mostra ainda que o diagnóstico de diabetes é mais comum em pessoas que estudam menos: 3,7% dos brasileiros com mais de 12 anos de estudo declaram ser diabéticos, enquanto 7,5% dos que tem até oito anos de escolaridade dizem ter a doença. Uma diferença de mais de 50%.

A capital com maior percentual de diabéticos foi Fortaleza (7,3%), seguido de Vitória (7,1%) e Porto Alegre (6,3%). Os menores índices estão em Palmas (2,7%), Goiânia (4,1%) e Manaus (4,2%).

Segundo o ministro Alexandre Padilha os dados comprovam a importância de trabalhar cada vez mais na prevenção e ampliar o acesso à informação. “É de extrema importância o fortalecimento de ações de prevenção e melhoria na qualidade da educação, além da expansão do diagnóstico e do oferecimento de medicamentos de gratuitos”, analisou o ministro.

O autorrelato de diabetes também aumenta com a idade da população. O diabetes atinge 21,6% dos idosos (maiores de 65 anos), índice bem maior do que entre a faixa etária de 18 a 24 anos (0,6%).

Os percentuais crescentes de diabetes no país podem estar relacionados ao aumento da obesidade e do excesso de peso, principais fatores de risco para a doença. Contribui, ainda, o aumento da população idosa e o aumento do diagnóstico da atenção básica de saúde. Segundo o Vigitel 2011, no período de 2006 a 2011, houve um crescimento de 28% na prevalência de obesidade no Brasil. Nos homens, o percentual de excesso de peso passou de 47,2% para 52,6% nos últimos seis anos.

A pesquisa também aponta que 22,7% da população adulta brasileira são hipertensos. O diagnóstico em mulheres (25,4%) é mais comum do que em homens (19,5%) e também é preocupante entre os mais velhos, chegando a 59,7% em pessoas com mais de 65 anos.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Vacinação contra a gripe começa neste sábado(5) em todo o país


Cerca de 65 mil postos de saúde em todo o país abrem amanhã (5) para o início da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. O horário de funcionamento será das 8h às 17h. A dose aplicada vai proteger também contra a influenza A(H1N1) – gripe suína.

Devem procurar os locais de vacinação idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 2 anos, grávidas em qualquer período da gestação, indígenas e profissionais de saúde. A meta é imunizar 24,1 milhões de pessoas até o dia 25 de maio.

Crianças que serão vacinadas pela primeira vez deverão tomar duas doses, com intervalo de 30 dias. Aquelas que já receberam uma ou duas doses da vacina no ano passado deverão receber apenas uma este ano. Os demais grupos deverão tomar dose única.

Em 2011, de acordo com dados do Ministério da Saúde, 25,134 milhões de pessoas foram vacinadas – 84% do público-alvo. No mesmo período, foi registrada uma redução de 64% nas mortes provocados pelo vírusInfluenza H1N1. Ao todo, 53 óbitos foram confirmados. Também no ano passado, houve queda de 44% nos casos graves da doença, que totalizaram 5.230.

Agência Brasil

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